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3 anos com o Programa Socioemocional “Líder em Mim”

Por Débora Silva - Prof. do Líder em Mim

Por Débora Silva - Professora responsável pelo Programa Socioemocional “Líder em Mim”

É com o coração transbordando de alegria que comemoramos o terceiro ano de implantação do  programa "Líder em Mim", e este  tem se consolidado como uma verdadeira ferramenta de transformação no ambiente escolar, trazendo benefícios duradouros tanto para os alunos quanto para toda a comunidade educacional. Baseado nos sete hábitos de pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey, o programa busca não apenas ensinar habilidades acadêmicas, mas também promover o desenvolvimento integral dos estudantes, focando em sua formação como líderes e cidadãos responsáveis.

A partir do desejo de sua  implementação, o "Líder em Mim" propôs um modelo de ensino que vai além das metodologias tradicionais. Ao longo desses três anos, os estudantes aprenderam a adotar práticas de liderança, a serem mais proativos em suas ações, a gerenciar seu tempo de forma eficiente, a resolver problemas de maneira colaborativa e a trabalhar em equipe. O programa também incentivou a autoliderança, fazendo com que cada aluno tomasse responsabilidade pelo seu próprio aprendizado, comportamento e decisões, o que fortaleceu sua autoestima e sua capacidade de tomar boas escolhas.

Os sete hábitos ensinados pelo programa, como "Ser Proativo" e "Começar com o Objetivo em Mente", por exemplo, foram incorporados ao cotidiano dos estudantes de forma prática e reflexiva. A cada novo semestre, os hábitos foram introduzidos de maneira gradual , com atividades dinâmicas, discussões em grupo e projetos que estimularam os alunos a refletirem sobre como poderiam aplicar esses hábitos em suas vidas diárias, seja no ambiente escolar ou fora dele. As aulas diretas, que fazem parte do programa, foram fundamentais para essa jornada, pois proporcionaram um espaço de aprendizado ativo, onde os estudantes puderam vivenciar os conceitos na prática.

Além disso, o "Líder em Mim" também teve um impacto importante na melhoria das relações interpessoais dentro da escola. Com o foco no trabalho em equipe e na construção de um ambiente positivo e colaborativo, os alunos aprenderam a respeitar as diferenças, a se comunicar de maneira assertiva e a resolver conflitos de forma pacífica e construtiva. Esses princípios ajudaram a criar um ambiente escolar mais harmonioso, no qual os estudantes se sentem mais confiantes para expressar suas ideias, contribuir com sugestões e trabalhar em projetos conjuntos.

O programa não se limitou apenas ao ambiente das salas de aula, mas também envolveu os pais e funcionários da escola, criando uma verdadeira rede de apoio. A participação ativa das famílias foi essencial para reforçar os conceitos trabalhados em sala de aula, fortalecendo a continuidade do aprendizado em casa e garantindo que os alunos tivessem o suporte necessário para colocar em prática os hábitos que estavam aprendendo. Além disso, os professores, ao aplicarem o programa de forma integrada em diferentes disciplinas, conseguiram conectar os valores do "Líder em Mim" com o currículo acadêmico, criando um aprendizado mais significativo e relevante para os alunos.

Ao olhar para os três anos de "Líder em Mim", é possível perceber uma evolução notável no comportamento dos alunos, tanto em suas atitudes quanto em sua forma de pensar. Eles passaram a demonstrar maior responsabilidade, mais empatia e uma postura mais madura em relação aos desafios que enfrentam no dia a dia. Essa transformação foi possível graças ao envolvimento constante de toda a comunidade escolar e ao compromisso da escola em criar um ambiente de aprendizado que valoriza tanto o aspecto intelectual quanto o emocional e social dos alunos.

Em resumo, o "Líder em Mim" se consolidou ao longo desses três anos como uma metodologia eficaz para o desenvolvimento de líderes conscientes, capazes de tomar decisões e de influenciar positivamente a sociedade ao seu redor. O programa vai além de um simples currículo escolar, criando uma cultura de liderança que impacta as atitudes e comportamentos dos estudantes e os prepara para os desafios do futuro, tanto na escola quanto na vida.

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Planejamento do ano no Colégio Helios: Um Caminho para o Desenvolvimento Profissional da Equipe e o Sucesso Coletivo

Por Carolina Prado - Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil e Ensino Fundamental I

Por Carolina Prado - Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil e Ensino Fundamental I

O nosso período de planejamento  é um momento crucial para alinhar os objetivos gerais, pedagógicos e as metas institucionais para o ano letivo. Contudo, ele não se limita a apenas um momento administrativo de organização de atividades; é, antes, uma oportunidade rica para o fortalecimento dos relacionamentos dentro da equipe, o desenvolvimento contínuo de todos, processos de reflexão, trocas de experiências e aprimoramento das práticas pedagógicas. Nesse contexto, temos investido fortemente na formação de nossa equipe, utilizando ferramentas como o programa “O Líder em Mim” e a Comunicação Não-Violenta (CNV) para fortalecer o potencial de cada colaborador e, consequentemente, melhorar a qualidade do ambiente de aprendizagem.

O desenvolvimento profissional da equipe é entendido como um processo constante e essencial para a construção de um ambiente escolar saudável e eficaz. Compreendemos como equipe escolar todos os profissionais envolvidos, de todos os departamentos do colégio. Durante o período de planejamento, buscamos criar um espaço colaborativo no qual todos os educadores, auxiliares, gestores, coordenadores e diretores possam se capacitar e refletir sobre suas práticas. 

Um dos pilares desse desenvolvimento é o Programa “O Líder em Mim”, que, inspirado nos princípios de Stephen Covey, tem como foco a liderança pessoal. A proposta é que cada  um de nós aprenda a ser líder de si mesmo, trabalhando em nosso autoconhecimento, cultivando a proatividade, a responsabilidade e o foco em resultados.Que Isso é fundamental para que cada um contribua de forma significativa para o sucesso coletivo da instituição.

Durante o planejamento, esse conceito se desdobra em práticas concretas: a integração da equipe, o trabalho colaborativo entre eles, a definição de metas claras e alinhadas com os objetivos gerais e pedagógicos e a promoção do autoconhecimento para o aprimoramento contínuo.

Temas como: hipóteses de escrita, metodologias ativas, legislação educacional, avaliação integral, gestão de sala de aula, foram alguns dos que foram trabalhados e discutidos com a equipe docente. Além disso, é nesse momento em que os projetos são concebidos e planejados.

Outro aspecto fundamental foi a implementação da Comunicação Não-Violenta (CNV), uma abordagem proposta por Marshall Rosenberg que visa promover uma comunicação empática e respeitosa. A CNV se torna uma ferramenta poderosa para aprimorar as relações interpessoais dentro da escola, facilitando a troca de feedbacks construtivos, a resolução de conflitos e a criação de um ambiente onde todos se sintam ouvidos e valorizados. 

Durante o planejamento, estudamos e discutimos acerca da CNV e incentivamos todos  a aplicarem seus princípios em suas interações diárias, seja em casa com suas famílias, entre colegas de trabalho, com os alunos ou com os pais, o objetivo é criar  um clima de confiança e respeito mútuo.

A integração do Programa “O Líder em Mim” e da CNV durante o planejamento tem um impacto direto na forma como os membros da equipe se relacionam entre si e com os alunos. O desenvolvimento dessas habilidades socioemocionais é essencial para a criação de um ambiente de aprendizado mais humano, onde todos podem expressar suas necessidades e sentimentos de maneira clara e respeitosa. Além disso, essa prática também reflete diretamente na forma como os educadores abordam o processo de ensino-aprendizagem, criando uma atmosfera de empatia e compreensão que beneficia tanto o desenvolvimento dos alunos quanto o crescimento profissional de cada membro da equipe.

O planejamento estratégico do Colégio Helios tem como objetivo garantir que as metas pedagógicas (relacionadas ao ensino e aprendizado) e administrativas (relacionadas à gestão e organização da escola) estejam bem alinhadas. Isso significa que todas as ações e objetivos da escola estão conectados e direcionados para a melhoria constante da qualidade de ensino, buscando sempre aprimorar o processo educativo e alcançar melhores resultados. 

O planejamento não é feito apenas por uma pessoa ou liderança, mas de forma colaborativa. Ou seja, todos os membros da equipe escolar, como professores, coordenadores e gestores, são envolvidos ativamente nas decisões e na construção das estratégias. Isso garante que todos compreendam e contribuam para os objetivos da escola, criando um ambiente de trabalho mais participativo e engajado.

 Nosso período de planejamento é uma etapa essencial para o desenvolvimento profissional da equipe, sendo o ponto de partida para um ano letivo mais coeso e focado no crescimento de todos. A escolha dos temas a serem abordados e o formato em que serão trabalhados refletem o compromisso da escola com a formação integral dos educadores e colaboradores, que são os pilares para a construção de um ambiente de aprendizado transformador e humano. 

No Colégio Helios, o planejamento não é apenas uma questão de organização de atividades, mas uma oportunidade de construção coletiva, onde cada membro da equipe é encorajado a se auto conhecer, se auto liderar, a se comunicar de forma empática e a contribuir para o sucesso do grupo como um todo.

Depoimentos de colaboradores:

“O planejamento foi muito rico em informações e tenho certeza que usaremos tudo que foi discutido para resolver situações do dia a dia e crescer como profissionais. Obrigada pelo apoio de sempre.”
Marília Brito - assistente de coordenação - 8 anos de #famíliaHelios

“O que mais me chamou a atenção foi a preocupação do colégio com o bem-estar pessoal dos colaboradores e o desejo de ajudar todos nesse aspecto. Isso é algo raro de se ver no meio corporativo. Também gosto muito das dinâmicas em equipe e das atividades práticas, pois esses momentos nos permitem nos conectar e, ao mesmo tempo, aplicar o que estamos aprendendo. Essa abordagem torna o processo mais envolvente e eficaz.”
Isabelle Melo - auxiliar administrativo e ex aluna do colégio - 4 meses de #famíliaHelios

“Sim, esses momentos são fundamentais para o desenvolvimento coletivo e para o fortalecimento do trabalho em equipe, permitindo que os professores compartilhem ideias, estratégias e desafios. Eles oferecem uma excelente oportunidade para reflexão conjunta, o que pode enriquecer a prática pedagógica de todos.”
Beatriz  Oliveira - professora Nível I - 2 meses de #famíliaHelios

“E aproveito também para agradecer todo o olhar diferenciado nesse momento do planejamento e parabenizar os envolvidos, para que essa semana fosse rica e proveitosa a todos os colaboradores.”
Sabrina Santana - professora de Biologia e ciências 4 anos de #famíliaHelios


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A proibição do uso de celulares na escola e os desafios da educação no mundo digital

Por Juliana Lima - Vice-diretora Pedagógica

Por Juliana Lima - Advogada e Vice-diretora administrativa

Foi sancionada a Lei Federal 15.100/2025, que, juntamente com a Lei Estadual 18.058/2024, estabelece a proibição do uso de aparelhos eletrônicos de uso pessoal, inclusive celulares, em todo o ambiente escolar, durante todo o período em que o estudante permanecer na escola, ou seja, não só durante a aula, mas também nos intervalos, recreação ou atividades extracurriculares.


O objetivo é melhorar a concentração e o rendimento acadêmico dos alunos, além de priorizar a interação social e não o isolamento. No entanto, essa legislação tem gerado debates importantes sobre a relação entre tecnologia e educação.


A nova lei, de âmbito nacional, estabelece que os estudantes não devem utilizar dispositivos móveis durante o período em que estiverem na escola, exceto quando o uso for solicitado ou autorizado pelo professor para atividades pedagógicas específicas. O objetivo principal é minimizar as distrações causadas pelo uso inadequado de smartphones, garantindo que o foco esteja nas atividades escolares.

Com efeito, existem muitos aspectos positivos nisso. Sabemos que o uso de aparelhos celulares ou outros eletrônicos similares tem sido cada vez mais frequente entre crianças e adolescentes, e cada vez mais cedo as crianças tem tido acesso a esses dispositivos. Para além dos prejuízos cognitivos que o uso excessivo de telas pode trazer, o fato é que o vício em jogos e redes sociais tem prejudicado a concentração e a interação social, tanto em adultos como em crianças e adolescentes.


Diversos estudos realizados em outros países que já implementaram essa restrição apontam a melhora da concentração e produtividade dos alunos quando estão longe de seus celulares. Além disso, ao deixar o celular de lado, o estudante tem a oportunidade de desenvolver habilidades sociais por meio da interação com os colegas e professores, promovendo um ambiente mais colaborativo e menos dependente de tecnologia para a comunicação. É sabido também que a redução do uso de telas auxiliam no controle da ansiedade e estresse, relacionados ao intenso uso de jogos virtuais, mídias sociais e constantes notificações.


Entretanto, não podemos negar que vivemos em um mundo digital, e não podemos deixar de lado o aprendizado sobre novas tecnologias, sob pena de criarmos alienados digitais, em detrimento do desenvolvimento de habilidades essenciais para o século XXI.


Não por outro motivo, a legislação prevê, como exceção à regra, a possibilidade do uso dos aparelhos eletrônicos para finalidades exclusivamente pedagógicas, de modo que nessas situações, em horário e com finalidade específica, será permitido o uso dos celulares pelos alunos. Nesses momentos, continuaremos oferecendo um ambiente virtual seguro para nossos estudantes, com controle e monitoramento de acesso.

Além disso, aqui no Colégio Helios nós desenvolvemos estratégias alternativas para a formação de alunos digitalmente capacitados, incluindo em nossos projetos aulas sobre cidadania digital, abordando o uso ético e seguro da internet, combate às fake news e cuidados com a privacidade online, além da conscientização sobre o tempo de tela e o uso equilibrado da tecnologia. O uso dos projetores em sala de aula também é um recurso que viabiliza a proximidade dos estudantes com a tecnologia como ferramenta pedagógica, tornando as aulas mais interativas e interessantes.


Dessa forma, vemos a nova lei como uma oportunidade para refletirmos sobre o papel dos celulares não só no ambiente escolar mas na vida das crianças e adolescentes e a importância de uma educação que valorize tanto a concentração e o foco quanto o desenvolvimento de habilidades digitais, sem deixar de lado a importância de vivenciar e sentir o mundo real, preparando nossos jovens cidadãos para os desafios do futuro com uma formação básica forte o suficiente para suportá-los.

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O nosso trabalho pedagógico…

Por Cristina Lima - Mantenedora e Diretora Pedagógica e Daniela Magno - Vice-diretora e Coordenadora Pedagógica

Por Cristina Lima - Mantenedora e Diretora Pedagógica e Daniela Magno - Vice-Diretora Pedagógica

O Colégio Helios nasceu do sonho de uma família. Este sonho tinha objetivos muito ousados: educação de qualidade e inovadora,  em um ambiente em que as pessoas se desenvolvessem e fossem felizes. Todas as pessoas, as que estivessem trabalhando e as que estivessem usufruindo deste trabalho.

Desde 1993 o Colégio Helios tem se destacado por sua abordagem pedagógica sócio-construtivista, comprometimento com a formação integral dos alunos, em seus aspectos cognitivo, social e emocional e por promover um ambiente harmônico e respeitoso para todos os envolvidos. Fundado com a missão de oferecer uma educação de qualidade, com acolhimento e segurança, contribuindo para a formação de cidadãos dotados de senso crítico e socialmente responsáveis, a instituição tem acompanhado as evoluções pedagógicas e incorporado metodologias ativas que visam engajar os estudantes no processo de aprendizagem, tendo como aliado há mais de 10 anos o Sistema Anglo de Ensino, que busca desenvolver nos estudantes, desde cedo, hábitos que promovem autonomia, compromisso e disciplina. 

A partir dessa visão, ao longo de seus quase 34 anos de história, o colégio vem implementando práticas que valorizam a participação ativa de todos os envolvidos, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo, o que desde 2023 ganhou ainda mais força e relevância com o Programa Socioemocional  Líder Em Mim. Isso se traduz em treinamentos para toda a equipe e acompanhamentos individuais para principais lideranças, proporcionando momentos de reflexão sobre a prática e para o aprimoramento dela, e projetos interdisciplinares, que conectam diferentes áreas do conhecimento, permitindo que os alunos vejam a relação prática entre teoria e realidade, protagonizando seu próprio aprendizado.

Como exemplo dessas práticas, podemos citar a gamificação nas aulas - momentos em que os professores trazem formas diferentes de se aprender, para que as aulas fiquem mais dinâmicas e mais prazerosas; a sala de aula invertida - situação em que os alunos tornam-se professores e tem a oportunidade de protagonizar sua aprendizagem, selecionando e trazendo o conhecimento para partilhar com seus colegas, com o apoio e acompanhamento dos professores;, o nosso projeto mentoria - em que alunos do ensino médio são acompanhados / supervisionados por professores para oferecer suporte aos alunos do ensino fundamental, tirando dúvidas e estudando temas que eles tenham maior dificuldade. 

Essa é uma troca riquíssima entre os estudantes, cuja eficácia é comprovada pela Neurociência, que explica que a aprendizagem se concretiza quando o estudante consegue resgatar uma memória e aplicá-la de forma inovadora e criativa na resolução de problemas. Além disso, eles estão se relacionando, fazendo novas amizades, reconhecendo e fortalecendo autoestima, aprendendo a compreender e respeitar as dificuldades e diferenças dos outros, entre outras habilidades fundamentais que são necessárias para uma vida saudável 

Com essa abordagem baseada em projetos, incentivamos a autonomia dos estudantes, desenvolvendo habilidades como crítica, criatividade e colaboração. Destacamos também a integração de tecnologias educacionais que tem proporcionado ferramentas que ampliam as experiências de aprendizado, facilitando o acesso a conteúdos e estimulando a pesquisa.

Nossos alunos são estimulados através de situações-problemas que trabalham  as dez habilidades da BNCC, como conhecimento, pensamento crítico, científico e criativo, a comunicação, o trabalho e o projeto de vida. Um dos projetos interdisciplinares que contemplam essas habilidades é a nossa Feira Cultural, na qual, dentro de um tema gerador, os alunos criam os subtemas, montando suas equipes, fazendo o trabalho mão na massa, além de gerenciar conflitos e demandas emocionais com autonomia.

Essas práticas nos levam a um constante aprimoramento na qualidade do trabalho pedagógico. O corpo docente participa de treinamentos frequentes para se adaptarem às novas metodologias e demandas atuais do cenário educacional, criando um espaço de formação contínua que se reflete na prática educacional. O resultado é uma melhoria no desempenho acadêmico dos alunos, que, por sua vez, se mostram mais motivados e envolvidos nas atividades escolares.

Além disso, atentos às demandas da sociedade atual, implantamos a partir de 2025 o Programa Bilíngue English Stars, com foco no desenvolvimento das habilidades de comunicação na língua inglesa, para que nossos estudantes estejam preparados para o mundo globalizado, permitindo que eles aproveitem oportunidades de trabalho e de vida em qualquer lugar do mundo. 

Os resultados alcançados pelos alunos são notórios, refletindo não apenas em suas aprovações nos vestibulares, mas também em uma formação que vai além do currículo tradicional. Alunos do Colégio Helios desenvolvem competências socioemocionais, habilidades de resolução de problemas e uma consciência crítica, preparando-os para os desafios do futuro. E hoje somos contemplados com a presença de ex-alunos que nos dão o prazer de compartilhar suas experiências profissionais e de vida com os alunos atuais, principalmente do Ensino Médio, auxiliando-os a entender as possibilidades de atuação das diversas áreas acadêmicas ou do mercado de trabalho. Alguns deles, já estão retornando para matricular seus filhos e dividir conosco a importante tarefa de prepará-los para o mundo.

Em resumo, a trajetória pedagógica do Colégio Helios é marcada pela constante busca de excelência na educação, resultando em alunos bem preparados e com uma formação integral que atende às demandas do século XXI e capazes de desenvolver as habilidades para lidar com as demandas que ainda nem mesmo sabemos que estão por vir!


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Como nosso Programa Socioemocional e outros projetos contribuem para o cuidado diário da nossa saúde mental

Por Thaís Lima - Mestra em Gestão Educacional

Por Thais Rípoli Lima - Mestra em Gestão Educacional

Nossa equipe escolar é composta por um grupo de pessoas que tem muito claros nossos objetivos, todos recebem acompanhamento e treinamentos acerca de temas relacionados ao desenvolvimento socioemocional dos nossos estudantes. Realizamos encontros e reuniões ao longo do ano letivo, para planejar, discutir e organizar a implementação de vários projetos.

Dentre eles são importantes projetos que abordam o bullying, o respeito e o preconceito, eles são essenciais para criar uma cultura de inclusão e respeito na escola. O bullying, por exemplo, é um problema que pode ter graves consequências para a saúde mental dos estudantes, levando a sentimentos de isolamento, baixa autoestima entre outros. Ao implementar projetos que combatam o bullying e promovam a cultura do respeito, ajudamos a criar um ambiente onde todos os alunos se sintam valorizados e aceitos. Esses projetos também ensinam sobre a importância da diversidade e da empatia, ajudando os alunos a reconhecer e combater atitudes preconceituosas.

Em nosso colégio, o Programa Socioemocional Líder em Mim contribui com essas temáticas sempre que reforça os sete hábitos, que são a base do programa. Vamos relembrar: 1 - seja proativo, 2 - comece com um objetivo em mente,  3 - primeiro o mais importante, 4 - pense ganha - ganha, 5 - procure primeiro compreender e depois ser compreendido, 6 - crie sinergia e por último 7 - afine o instrumento. 

Os três primeiros hábitos estão focados em desenvolver habilidades que fazem parte da vitória particular, ou seja, dentro de cada um de nós, para isso, preciso desenvolver meu autoconhecimento e autoestima, promovendo minha saúde mental. No estudo e prática destes hábitos, refletimos sobre a importância de ser proativo, e não depender de um estímulo externo para nos sentirmos bem e valorizados, bem como termos metas, mantendo-as sempre visíveis e aprendendo a começar pelo mais importante: nós mesmos. 

Os três hábitos seguintes são focados na vitória pública, ou seja, o foco é o relacionamento com o outro. Se eu pensar de acordo com o ganha-ganha e buscar compreender antes de ser compreendido, terei empatia e resiliência, além de respeitar as diferenças e ideias dos outros, habilidades que são desafios diários para qualquer indivíduo. Além disso, criar sinergia é um caminho para que seja possível um ambiente coletivo saudável e seguro. 

Por último, afinar o instrumento é a capacidade de cuidar do desenvolvimento contínuo de cada um desses hábitos durante toda a nossa vida, além disso, complementamos nosso trabalho preventivo com outros projetos mais específicos, a exemplo do Projeto antipreconceito e antibullying.

Assim como em vários outros, este projeto busca utilizar temas do cotidiano dos alunos, algo que eles gostem e se interessem como filmes ou séries que trabalhem a temática, cenas específicas são selecionadas e as situações tratadas são discutidas com os estudantes, com o objetivo de trazer à luz situações que podem estar acontecendo sem expor ninguém, refletimos sobre os conceitos que estão relacionados com a temática, qual é a postura esperada de cada de nós e as consequências de nossas ações. Com o objetivo de informar e formar cada um deles para que possam agir de maneira que esteja de acordo com nossa proposta, em que cada um tem o direito de se sentir seguro, fazer amigos, se divertir e se desenvolver.

Essa preocupação com a saúde mental e a inclusão nas escolas contribui significativamente para o desenvolvimento integral do indivíduo. O autocuidado emocional, promovido por esses programas e projetos, interfere positivamente no autoconhecimento e na autoestima dos alunos, permitindo que eles reconheçam suas próprias emoções, fortaleçam sua identidade e se sintam mais confiantes em suas habilidades. Isso, por sua vez, reflete-se diretamente na aprendizagem, uma vez que estudantes emocionalmente saudáveis tendem a ter melhor concentração, engajamento e desempenho acadêmico.

O foco na saúde mental melhora os relacionamentos sociais. Alunos que participam de programas socioemocionais aprendem a se comunicar de forma mais eficaz, a resolver conflitos de maneira pacífica e a se relacionar de maneira mais empática com os colegas. Isso contribui para um ambiente escolar mais cooperativo e menos competitivo, onde as relações são baseadas em respeito mútuo e apoio.

Esse é o ambiente que proporcionamos aos nossos estudantes. Estamos sempre aprendendo e fazendo um pouco melhor a cada dia. 

Desejamos que todos consigam perceber a importância do cuidado com a saúde mental e que se sentirem que precisam de ajuda, não tenham dúvidas, procurem os profissionais especializados que poderão contribuir para sua recuperação.


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Setembro Amarelo - Porque é importante cuidar da saúde mental no ambiente escolar? 

Por Talita Rípoli - Psicóloga e Thaís Lima - Mestre em Gestão Educacional

Por Talita Rípoli - Psicóloga e Thaís Lima - Mestre em Gestão Educacional.

Continuamos tratando da temática do Setembro Amarelo, os textos anteriores conceituam o que é saúde mental, sua importância bem como tratam sobre os profissionais da área da saúde que podem nos ajudar. Neste texto trataremos da importância em cuidar da saúde mental desde cedo e dentro do ambiente escolar, afinal nossos filhos passam boa parte de seus dias na escola e é nesse ambiente que se preparam para viver em sociedade.

O cuidado com a saúde mental no ambiente escolar é fundamental para o desenvolvimento pleno dos estudantes. As escolas desempenham um papel crucial na formação do indivíduo, não apenas no aspecto acadêmico, mas também no emocional e social. Para promover esse desenvolvimento integral, é essencial que as instituições de ensino implementem programas socioemocionais e projetos que abordem temas como bullying, respeito e preconceito.

Programas socioemocionais visam desenvolver habilidades emocionais e sociais nos alunos, como empatia, autocontrole, resiliência e tomada de decisão responsável. Dessa forma, os estudantes aprendem como compreender e gerenciar suas emoções, construir relacionamentos saudáveis e enfrentar desafios de maneira positiva. Quando a escola promove um ambiente que valoriza o bem-estar emocional, os alunos se sentem mais seguros, o que contribui para um melhor desempenho acadêmico e para a construção de um clima escolar mais harmonioso.

Em nosso Colégio, o Programa Socioemocional Líder em Mim proporciona momentos de reflexão e discussão semanais em todas as turmas, sempre direcionados por professores com treinamento específico no programa, além disso, diariamente todos os colaboradores do colégio - que também receberam treinamento - tem a oportunidade de colocar em prática, juntamente com nossos estudantes, todas as temáticas trazidas nas reflexões pelo programa, usando-as para contribuir para o desenvolvimento das atividades e também para encarar e solucionar os desafios cotidianos.

Para exemplificar como isso funciona, darei o exemplo de um evento que é um dos mais especiais que temos no colégio: "O dia dos avós". Trata-se de uma atividade direcionada para as famílias da Educação infantil e dos Anos Iniciais (1º ao 5º anos). Como sabemos os avós são fundamentais na vida das crianças e no caso de nossas famílias, são muito presentes e queridos, por isso dedicamos um dia para recebê-los e construir com eles momentos e memórias especialmente felizes com nossas crianças e equipe. Participaram deste momento tão importante a Equipe Farol Mirim, composta por alunos dos Anos Finais (6º ao 9º ano) e do Ensino Médio, eles contribuíram recebendo os avós, mostrando o colégio e colaborando ativamente nas atividades. 

Essa atividade tem vários objetivos, pensando em cada um dos envolvidos, para os alunos participantes: proporcionamos momentos de prazer, aprendizagem e relacionamento com seus familiares (avós); para os avós: oportunidade de participar ativamente da vida dos netos, compartilhando vivências, aprendendo e divertindo-se juntos; para nossa equipe: a oportunidade de aprender, trocar experiências e conhecer um pouco mais de nossas famílias, para que possamos contribuir de maneira mais significativa no desenvolvimento de cada um de nossos alunos; para os alunos da Equipe Farol Mirim: dar a oportunidade de experimentarem sentimentos de pertencimento, protagonismo, exercício de sua empatia, paciência e responsabilidade, habilidades tão essenciais para uma vida saudável, além é claro de aprenderem na prática o valor da família e a importância da relação que a família constroi com a escola.

Esse é apenas um emxemplo dos muitos projetos que acontecem ao longo de todo o ano letivo e que leva em consideração: nossa proposta pedagógica, o desenvolvimento das competências socioemocionais trabalhadas semanalmente em nosso Programa e a saúde mental de todos os envolvidos.

Esse cuidado com a saúde mental no ambiente escolar promove o desenvolvimento global dos alunos, preparando-os para os desafios da vida adulta. Eles saem da escola não apenas com conhecimentos acadêmicos, mas também com habilidades emocionais e sociais que serão fundamentais para o sucesso em suas vidas pessoais e profissionais.

No próximo texto traremos mais exemplos práticos de como fazemos isso em nosso dia a dia. 

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Setembro Amarelo: Profissionais que apoiam nos cuidados com a saúde mental

Por Talita Rípoli - Psicóloga e Thaís Lima - Mestra em Gestão Educacional

Por Talita Rípoli - Pscóloga e Thaís Lima - Mestra em Gestão Educacional

Conforme refletimos anteriormente, alguns sintomas ou problemas têm soluções mais difundidas para todos nós, por exemplo, se você tiver um incômodo em um de seus dentes, você não tem dúvidas, procura logo um dentista. Mas se você se sentir angustiado, com muito medo, com dificuldades para encontrar uma razão para fazer coisas do cotidiano, quem pode te ajudar? Um amigo? Um padre? São tantas as opções que aparecem e as dúvidas que temos, mas assim como seu dente, seu cérebro também precisa de cuidado especializado.

Psicólogos e psiquiatras podem oferecer suporte e tratamentos adequados. Além disso, manter um estilo de vida mais saudável, com exercícios físicos, alimentação equilibrada, rotina de sono adequada e momentos de lazer, contribuem significativamente para o bem estar não só da saúde física como mental.  

Acredito que em algum momento você já se perguntou, afinal, qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra? O que faz cada um deles?

São várias as diferenças entre esses profissionais, uma delas é na formação. Apesar de ambos pertencerem à área da saúde, eles têm aprofundamentos e funções diferentes, e que podem se complementar, assim como no exemplo do ortopedista e do fisioterapeuta, além de oferecer diferentes tipos de tratamentos, assim como diferentes abordagens. 

O psiquiatra é um profissional que se formou em medicina e após a graduação realizou residência em psiquiatria. Tendo formação médica completa, estão autorizados a solicitar exames, analisar os resultados, prescrever medicamentos e realizar diagnósticos de doenças ou transtornos. A formação médica capacita o psiquiatra a entender a saúde mental a partir de uma perspectiva biológica, química e neurológica, e a depender do diagnóstico pode levar em conta a necessidade de tratamento medicamentoso.

O psicólogo é um profissional que se formou em psicologia e, geralmente, pode optar por especializações em áreas específicas da psicologia, como clínica, organizacional, educacional, entre outras. Psicólogos não têm formação médica, portanto, não podem prescrever medicamentos, o foco do seu trabalho está na compreensão e modificação do comportamento humano por meio de intervenções psicológicas, conversas, técnicas e métodos científicos.

Este profissional utiliza diferentes abordagens terapêuticas para ajudar os pacientes a lidar com problemas emocionais, comportamentais e cognitivos. Exemplos de abordagens incluem a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), psicanálise, terapia humanista, entre outras. Realiza intervenções preventivas que visam prevenir o desenvolvimento de problemas mentais, como orientação vocacional, programas de redução de estresse, etc. Além disso, realiza testes psicológicos para avaliar aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais.

 Um dos objetivos é trabalhar o autoconhecimento do paciente, para que ele possa viver uma vida mais funcional e saudável. O diagnóstico que esse profissional realiza é mais focado em padrões de comportamento e processos mentais.

Em algumas situações, ambos profissionais podem trabalhar juntos para oferecer um tratamento mais abrangente para o paciente, dependendo de suas necessidades. Em alguns casos, um psiquiatra pode encaminhar um paciente para um psicólogo para psicoterapia ou vice-versa, pois os tratamentos tendem a se complementar.

No próximo texto mostraremos como fazemos aqui, no Colégio Helios, para proporcionar o desenvolvimento das habilidades importantes para uma vida saudável e como incentivamos nossos alunos e colaboradores a cuidar de sua saúde mental.

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A Busca por uma educação verdadeiramente inclusiva

Por Thais Lima - Mestre em Gestão Educacional

Por Thais Lima - Mestre em Gestão Educacional

Há pouco mais de trinta anos, vivenciamos a educação em várias dimensões, desde preparar a escola em seu aspecto físico: escolher as cores das paredes, das carteiras, distribuir bebedouros, áreas verdes, portas e janelas, brinquedos, equipamentos e etc., até seu funcionamento orgânico: pessoas, atividades, eventos, projetos, conversas, orientações, reuniões, estudos, conflitos, encontros, aulas e etc.. 

A cada dia aprendemos muito com a diversidade de situações que se colocam diante de nós e também com nossos alunos, familiares e equipe. Diariamente exercitamos nossa observação e nossas ações com o objetivo de a cada dia colocar em prática o que definimos como nossas: missão, visão e valores. São elas:

Missão: Educar com qualidade, acolhimento e segurança.

Visão: Ser referência em ensino de qualidade, contribuindo para a formação de cidadãos dotados de senso crítico e socialmente responsáveis.

Valores: Ética, respeito ao próximo, valorização de nossos colaboradores e alunos.

Entre alguns de nossos objetivos, está a busca por uma verdadeira educação inclusiva, que começa pela aceitação de alguns conceitos, que para nós são verdades importantes, iniciando por: todos nós somos diferentes. Reconhecer essa diversidade é o primeiro passo para a construção de um ambiente educacional que acolha a todos. A inclusão não se resume a abrir as portas das escolas para estudantes neuroatípicos, mas envolve a criação de um espaço onde cada indivíduo, com suas singularidades, possa se sentir pertencente e valorizado.

Todos os envolvidos no processo educativo merecem ser incluídos: educadores, famílias e estudantes. Os educadores são peças-chave nesse processo, pois são responsáveis por adaptar suas práticas pedagógicas e criar estratégias que atendam às necessidades de cada aluno. 

As famílias, por sua vez, desempenham um papel fundamental no apoio e na colaboração com a escola, contribuindo para o desenvolvimento integral dos estudantes. E, claro, os estudantes, que devem ser os protagonistas do seu próprio aprendizado, recebendo o suporte necessário para superar seus desafios e explorar suas potencialidades.

É essencial compreender que, devido às nossas diferenças, nossas formas de avaliar o processo  também variam, e por isso, é importante observar e exercitar a empatia para perceber que todos estão se esforçando e dando seu melhor. O que pode ser um grande avanço para um pode não ter o mesmo significado para outro, e isso deve ser respeitado e valorizado. Cada conquista, por menor que possa parecer, é fruto de muito esforço e dedicação de todas as partes envolvidas.

A inclusão é uma situação complexa e relativamente recente no contexto educacional, portanto, é crucial que todos os atores do processo educativo: famílias, estudantes e equipe escolar, exerçam empatia e paciência. Compreender que estamos todos aprendendo a lidar com essa nova realidade é fundamental para o sucesso da educação inclusiva. A empatia permite que nos coloquemos no lugar do outro, entendendo suas dificuldades e desafios, enquanto a paciência nos ajuda a enfrentar os obstáculos com serenidade e perseverança.

O trabalho em parceria é fundamental nesse processo. A educação inclusiva não é responsabilidade exclusiva de um ou outro grupo, mas de um esforço coletivo, construído em conjunto. É necessário que educadores, famílias, especialistas e a comunidade trabalhem de mãos dadas, trocando conhecimentos e experiências, para criar um ambiente de aprendizado verdadeiramente inclusivo. A colaboração entre todos esses agentes facilita a identificação de necessidades específicas e a implementação de estratégias que realmente funcionem.

A educação inclusiva exige aceitação das diferenças, reconhecimento do esforço de todos os envolvidos, empatia, paciência e um forte trabalho em parceria. Só assim poderemos construir uma escola que não apenas acolha, mas que valorize e potencialize a diversidade, proporcionando um desenvolvimento integral e equitativo para todos os estudantes.

Deste processo de aprendizagem e inclusão verdadeira fazem parte inúmeras ações planejadas e realizadas ao longo de toda nossa história. 

Neste ano de 2024 já realizamos vários estudos sobre: propostas pedagógicas, adaptações curriculares e de atividades, programa sócio emocional, estudos sobre desenvolvimento infantil e diversidade. Atualmente estamos realizando junto a nossa equipe de colaboradores um curso de introdução à educação inclusiva, com encontros aos sábados e temas como: neurodiversidade, TEA, ABA, entre outros. 

Acreditamos e vivenciamos uma comunidade escolar que estuda, aprende e ensina em conjunto, compartilhando suas dificuldades e conquistas em busca de uma educação verdadeiramente inclusiva.


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O papel materno na vida acadêmica de um filho

Por Juliana Lima - Vice Diretora Administrativa

Por Juliana Lima - Vice Diretora Administrativa

O dia das mães se aproxima e, nós, como educadores, não poderíamos deixar de ressaltar a importância da figura materna (quem nem sempre é desempenhada pela mãe biológica) na vida acadêmica das crianças e adolescentes.

Todo aluno precisa de um ambiente propício para o aprendizado, não só na escola, mas em casa também, e a mãe pode ter um papel fundamental nisso, oferecendo suporte emocional e estimulando o seu desenvolvimento intelectual. Mas em meio a tantas outras preocupações, muitas vezes nos perguntamos: Como fazer isso?

A mãe é a primeira educadora da criança, transmitindo os valores e ensinamentos básicos que serão a base para a sua formação. Desde cedo, ela estimula a curiosidade, incentiva a busca pelo conhecimento e gera um interesse genuíno pelo aprendizado. Essa atitude positiva em relação à educação influencia diretamente a postura do aluno na escola, motivando-o a se dedicar e a aproveitar as oportunidades de aprendizado.

Uma boa estratégia é estabelecer uma comunicação aberta e afetuosa, fazendo-se disponível para ouvir os pensamentos, sentimentos e preocupações de seu filho, validando-os, demonstrando empatia e oferecendo suporte emocional quando necessário. Dessa forma, a criança se sente segura o suficiente para deixar fluir a sua curiosidade e a busca por aprendizado, pois não se sente reprimida em seus questionamentos, mas incentivada a buscar conhecimento.

Além disso, essa conexão emocional faz com que as crianças sejam mais colaborativas, recebendo e compreendendo melhor as nossas orientações, o que facilita o estabelecimento de uma rotina consistente e estruturada, com horários previsíveis para refeições, sono, estudos e atividades. Essa previsibilidade ajuda a criança a se sentir segura e confiante em relação ao seu ambiente, tornando-o propício para o aprendizado.

Para as crianças menores, é possível criar em casa ambientes que incentivem a curiosidade, preferencialmente longe das telas, com livros, jogos educativos, materiais artísticos e científicos disponíveis para que o filho possa explorar e descobrir por si mesmo. Fazer perguntas abertas também é uma opção: "Por que você acha que isso acontece?" ou "O que você acha que acontecerá se fizermos isso de outra maneira?"

Já para os mais velhos, é muito importante criar um ambiente aberto e acolhedor onde o filho se sinta à vontade para expressar seus interesses. A escuta ativa é essencial nesse momento: despindo-se de julgamentos ou pré-julgamentos, ouvir com atenção e fazer perguntas para entender melhor o que desperta o interesse do filho, pesquisando e aprendendo junto com ele, ajudando-o a ampliar seu conhecimento e explorar diferentes aspectos relacionados ao tema, através de livros, filmes ou sites relevantes.

Que neste dia das mães e em todos os outros dias, nós mães consigamos estabelecer essa conexão com nossos filhos e ser, na vida deles, uma figura de conforto, segurança e encorajamento para que sigam adiante na jornada do conhecimento.

Feliz dia das Mães!


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Projeto sobre dengue

Por Prof. Kenia Cristina - Anos Iniciais

Por Prof. Kenia Cristina - Anos Iniciais

Parece que estamos voltando no tempo, mas é só o mosquito Aedes Aegypt que voltou a nos assolar com a Dengue. Já passamos por coisas piores, não é mesmo?! Ainda bem que dessa doença é bem mais fácil nos protegermos. Basta impedir a reprodução do mosquito!

Em meio a essa situação, nos perguntamos: De que maneira poderíamos promover tal feito de forma eficaz? E a resposta estava bem diante de nossos olhos: conscientizando as crianças!

É da natureza das crianças absorver as informações como uma esponja seca, sedenta por uma gota d 'água, e propagá-la como forma de consolidar e demonstrar seu conhecimento. Aproveitando-nos disso, desenvolvemos um projeto com as crianças do 1º Ano do Ensino Fundamental com o intuito de conscientizá-las sobre a Dengue, o que é, como se transmite e consequentemente, o que podemos fazer para impedir a sua propagação. E assim, iniciamos um ciclo virtuoso, no qual as crianças, transmitindo conhecimento, podem ajudar a cessar a transmissão da doença.

Por mais que se trate de um assunto atual e frequentemente divulgado na mídia, percebemos que poucos alunos sabiam do que se tratava e o perigo que o mosquito Aedes Aegypt oferece às pessoas. Então, durante as aulas, os alunos assistiram a vídeos curtos, pesquisaram imagens relacionadas à prevenção do vírus da Dengue e trocaram ideias e opiniões sobre o assunto. Proativamente,  crianças de apenas 6 anos de idade propuseram medidas como: falar para outra turma sobre os perigos do mosquito, confeccionar cartazes e viseiras e apresentar o que aprenderam para outras turmas. 

Tratar do assunto no ambiente escolar despertou neles a curiosidade e a conscientização que buscamos, e eles se tornaram verdadeiros agentes de prevenção da doença, levando muito a sério o assunto estudado e propagando seus ensinamentos para seus familiares e amigos. Tanto é que diariamente surgem comentários como “Prô, falei com a mamãe para não deixar água parada.” “Na casa minha vó tem plantas, falei para ela colocar areia nos pratinhos”.

Assim, de forma simples e lúdica, os alunos estão sendo capazes de promover um bem à sociedade, além de se desenvolverem nos aspectos social, pessoal e cognitivo, exercitando habilidades de construção do pensamento, comunicação e socialização. Além de conscientizar aos demais, os alunos estão sendo protagonistas de sua aprendizagem com a sala de aula invertida e percebendo a valorização de seu trabalho, o que é importante para a construção da identidade de cada um.

O 1º Ano do Colégio Helios já fez a sua lição. E você, já conferiu se tem água parada por aí?

Vamos juntos impedir que a Dengue se propague!

Ah… e não se esqueça de passar repelente!


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Hábito 6: Crie sinergia, juntos podemos fazer melhor

Por Hermes Leandro - Prof. Geografia

Por Hermes Leandro Nunes - Prof. Geografia

Por definição simples, criar sinergia é um estado elevado de colaboração criativa em que o resultado combinado é maior que a soma das partes. Esse espaço colaborativo é alcançado reunindo ou conhecendo diferentes pessoas com suas diferentes habilidades e entendimentos  para obter uma perspectiva mais ampla e completa do que se você estivesse sozinho.

Ao se comunicar de forma sinérgica, você abre o coração, a mente e a expressão para novas possibilidades, novas oportunidades e novas escolhas.

Buscar uma terceira opção ou encontrar sinergia em um relacionamento não é um processo fácil, pois não se trata apenas de uma negociação em que um ganha e outro perde. A mudança deve acontecer em relação ao pensamento padronizado "você ou eu". Para isso é necessário passar por um processo de amadurecimento individual e autoconhecimento. Sinergia significa compartilhar o poder de decisão entre um grupo de pessoas, onde todos contribuem e agregam ao todo. Valorizar as diferenças é sinergia, a essência das diferenças mentais, emocionais e psicológicas das pessoas. E a chave para apreciar as diferenças é perceber que nem todas as pessoas veem o mundo a partir de suas próprias perspectivas, ou seja, não existe uma só verdade, mas a verdade de cada um, vista sob seus próprios paradigmas. E assim, ao respeitar, valorizar e até exaltar as diferenças de cada um, utilizando o que cada um tem de melhor em benefício do todo,  nasce a sinergia.

A sinergia é uma terceira chance - não minha, não sua, mas uma terceira, melhor do que qualquer um de nós pode imaginar, resultando em novos objetivos comuns e todos participando do processo com comprometimento e responsabilidade.

Trata-se de resolver problemas, aproveitar oportunidades e resolver diferenças — não por meio de concessões, nem mesmo por meio da colaboração em que um mais um dá dois, mas por meio da colaboração criativa em que um mais um dá três ou mais.  

Ninguém trabalha sozinho para alcançar seus objetivos, Todos constroem caminhos e soluções diante de imprevistos ou mesmo de problemas que aparecem.

  Transformar obstáculos e dificuldades em oportunidades é uma possibilidade de crescimento e desenvolvimento. Combine os pontos fortes das pessoas com quem você convive com uma mentalidade de  equipe  positiva, e o resultado será muito melhor do que você poderia imaginar!   

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Parceria escola e família: A importância da família ativa na vida e nos estudos do aluno

Por Thais Lima - Mestra em Gestão Educacional

Por Thais Lima - Mestra em Gestão Educacional

Os pais ativos nos estudos das crianças são aqueles engajados no processo educacional de seus filhos. Essa participação pode se dar de várias formas, como ajudar com as tarefas de casa, participar de reuniões escolares, estar presente em eventos da escola, conversar com os professores, entre outras atividades. 

Alguns exemplos da importância dos pais ativos na vida acadêmica dos alunos:

  • Melhor desempenho acadêmico: Estudos mostram que crianças com pais ativos na sua educação tendem a ter um melhor desempenho acadêmico em comparação com crianças cujos pais são menos envolvidos. Isso ocorre porque os pais ativos podem fornecer suporte emocional e ajudar com as lições de casa e outras atividades escolares.

  • Mais autoestima: As crianças com pais ativos na sua educação geralmente têm mais autoestima e autoconfiança. Isso ocorre porque os pais ativos ajudam a criar um ambiente de apoio e encorajamento para as crianças.

  • Menor probabilidade de comportamento negativo:Menor probabilidade de se envolverem em comportamentos negativos, como o uso de drogas ou a delinquência juvenil. Isso ocorre porque os pais ativos ajudam a estabelecer limites claros e fornecem suporte emocional, acompanham diretamente seus filhos.

  • Sucesso futuro: Maior probabilidade de concluir a faculdade e obter empregos bem remunerados por todo suporte, apoio e incentivo desde a base na primeira infância.

    Aqui estão algumas dicas de como a família pode estar mais presente na vida dos filhos em idade escolar:

  • Converse com seus filhos: Uma das maneiras mais importantes de estar presente na vida dos filhos é conversar com eles sobre a escola e outras áreas de suas vidas. Pergunte sobre seus amigos, atividades e projetos escolares e mostre interesse em suas respostas.

  • Ajude com a lição de casa: Ajudar com a lição de casa é uma ótima maneira de estar presente na vida dos filhos estudantes. Ofereça ajuda com problemas de matemática, revise trabalhos escritos e pratique a leitura.

  • Participe de reuniões escolares: As reuniões escolares são uma ótima maneira de se envolver na educação de seus filhos. Esteja presente nas reuniões de pais e professores, eventos escolares e atividades extracurriculares. Converse com seus professores, fique atento ao que é necessário para acompanhar ou melhorar seu desenvolvimento na escola e ponha em prática.

  • Estabeleça uma rotina de estudo: Estabeleça uma rotina de estudo em casa e verifique se seus filhos têm um ambiente adequado para estudar, com um espaço tranquilo e equipamentos necessários. Reserve um tempo para verificar as tarefas de casa e os trabalhos escolares de seus filhos.

  • Ler juntos: É uma ótima maneira de passar tempo de qualidade com seus filhos e incentivar a leitura. Escolha livros que você e seus filhos possam desfrutar juntos e leia em voz alta para eles.

  • Incentive a participação em atividades extracurriculares: As atividades extracurriculares podem ajudar seus filhos a desenvolver habilidades sociais e acadêmicas e se conectar com outros estudantes. Incentive seus filhos a se inscrever em atividades que lhes interessem e participe quando possível.

Comemore suas conquistas: Celebre as conquistas de seus filhos e mostre a eles que você está orgulhoso de suas realizações. Isso pode ajudar a aumentar a autoestima e a motivação deles na escola.

Conciliar carreira e filhos pode ser um desafio para muitos pais e mães, mas é possível encontrar um equilíbrio satisfatório como: estabelecer prioridades claras e planejar sua semana com antecedência.

Outra possibilidade é procurar opções flexíveis de trabalho ou criar um ambiente de trabalho positivo e saudável, que permita que você tenha uma vida equilibrada entre trabalho e família.

Uma importante ajuda é contar com rede de apoio: Utilize recursos disponíveis para ajudar a conciliar carreira e filhos, como babás, creches e serviços de assistência infantil. Considere também compartilhar responsabilidades com seu parceiro, familiares ou amigos confiáveis. 

Melhor que quantidade: qualidade! Dedique tempo de qualidade com seus filhos quando estiver com eles. Desligue seu celular e outros dispositivos eletrônicos, e dedique toda a sua atenção a eles.

Por último e não menos importante: Não se culpe por não ser capaz de fazer tudo. É normal sentir-se sobrecarregado às vezes, e é importante lembrar que ninguém é perfeito. Concentre-se em fazer o seu melhor e aproveitar ao máximo o tempo que você tem com seus filhos.

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Programa Socioemocional e sua importância nos dias de hoje

Por Talita Camargo - Consultora de Marketing

Por Talita Camargi - Consultora de Marketing

O Líder em Mim é um programa socioemocional desenvolvido para crianças e jovens em idade escolar. Ele é baseado nos princípios de liderança apresentados por Stephen Covey em seu livro "Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes" e tem como objetivo ajudar os estudantes a desenvolver habilidades de liderança, autodisciplina, responsabilidade, empatia e resolução de problemas.

O programa foi criado em 1999 pela FranklinCovey Education, uma divisão da FranklinCovey Co., e é usado em mais de 4 mil escolas em todo o mundo. Ele é implementado por meio de uma abordagem integrada, na qual os princípios de liderança são incorporados em toda a cultura escolar, incluindo o currículo, as atividades extracurriculares e o ambiente físico.

O programa Líder em Mim enfatiza a importância de ensinar habilidades socioemocionais tão importantes quanto as habilidades acadêmicas. Ele ajuda os estudantes a desenvolverem um senso de propósito, valores e confiança em si mesmos, além de promover a comunicação e colaboração entre alunos e professores.

O programa também fornece aos professores ferramentas e recursos para apoiar a implementação dos princípios de liderança em suas salas de aula e práticas pedagógicas. Ele ajuda a criar um ambiente escolar positivo, onde os estudantes são incentivados a assumir a responsabilidade por seu próprio aprendizado e bem-estar emocional.

Em resumo, o programa Líder em Mim é uma abordagem inovadora e eficaz para o desenvolvimento socioemocional de crianças e jovens em idade escolar, que pode ajudá-los a se tornarem líderes positivos e bem-sucedidos em suas vidas pessoais e profissionais.

Um programa socioemocional é efetivo nas ações internas de uma escola por diversos motivos, especialmente nos dias atuais, em que a saúde mental e emocional dos estudantes e professores é uma preocupação cada vez mais premente. Aqui estão algumas razões pelas quais um programa socioemocional pode ser benéfico para uma escola:

  1. Ajuda a criar um ambiente escolar positivo: Ambiente onde os estudantes se sentem valorizados, apoiados e respeitados. Isso pode levar a uma melhoria no comportamento, no engajamento dos estudantes e na qualidade do aprendizado;

  2. Desenvolve habilidades de liderança e resolução de problemas: Um programa socioemocional, como o Líder em Mim, pode ajudar os estudantes a desenvolver habilidades de liderança, resolução de problemas, comunicação e colaboração. Essas habilidades podem ser úteis não apenas na escola, mas também na vida profissional e pessoal;

  3. Melhora a saúde mental e emocional: Pode fornecer aos estudantes e professores ferramentas e estratégias para lidar com o estresse, a ansiedade e outros desafios emocionais. Isso pode ajudá-los a se sentir mais seguros e confiantes em suas habilidades de enfrentamento;

  4. Promove a igualdade e inclusão: Enfatizando a importância da empatia, da compaixão e do respeito pelas diferenças. Isso pode ajudar a criar um ambiente escolar mais diverso e acolhedor para todos os estudantes;

  5. Melhora a relação entre estudantes e professores: Criando um ambiente mais colaborativo e de apoio mútuo. Isso pode levar a um maior engajamento dos estudantes e melhorar a qualidade do aprendizado.

Em resumo, um programa socioemocional pode ser efetivo nas ações internas de uma escola porque ajuda a criar um ambiente escolar positivo, desenvolve habilidades de liderança e resolução de problemas, melhora a saúde mental e emocional, promove a igualdade e inclusão e melhora a relação entre estudantes e professores. Esses benefícios podem contribuir significativamente para o bem-estar e o sucesso dos estudantes e professores.

Stephen Covey nasceu em 24 de outubro de 1932 em Salt Lake City, Utah, nos Estados Unidos. Covey graduou-se na Universidade de Utah com um diploma em Administração de Empresas. Ele obteve seu Mestrado em Administração de Empresas na Harvard Business School e um doutorado em Administração de Empresas na Brigham Young University..

Covey era um autor de renome e palestrante motivacional. Ele escreveu vários livros de autoajuda e liderança, incluindo "Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", que foi publicado pela primeira vez em 1989. O livro se tornou um best-seller internacional e vendeu mais de 25 milhões de cópias em todo o mundo.
Os 7 hábitos do líder em mim são um conjunto de princípios de liderança apresentados por Stephen Covey. Esses hábitos foram adaptados para crianças e jovens:

  1. Seja proativo: Enfatiza a importância da iniciativa e da responsabilidade pessoal. Os líderes devem assumir a responsabilidade por suas escolhas e ações, e não culpar os outros por suas falhas;

  2. Comece com um objetivo em mente: Destaca a importância de ter uma visão clara e definida do que se deseja alcançar. Os líderes devem planejar com antecedência e estabelecer metas realistas para si mesmos e para suas equipes;

  3. Primeiro o mais importante: Enfatiza a importância de priorizar as tarefas mais importantes e urgentes. Os líderes devem ser capazes de identificar o que é mais importante é concentrar sua energia e atenção nele;

  4. Pense ganha-ganha: Enfatiza a importância da colaboração e do trabalho em equipe. Os líderes devem procurar soluções que beneficiem todas as partes envolvidas e não apenas a si mesmos;

  5. Procure primeiro compreender, depois ser compreendido: Destaca a importância da comunicação eficaz. Os líderes devem ouvir ativamente os outros e tentar entender suas perspectivas antes de tentar se fazer entender;

  6. Crie sinergia: Enfatiza a importância da colaboração criativa e do trabalho em equipe. Os líderes devem procurar formas de combinar as habilidades e talentos de sua equipe para criar algo maior do que a soma das partes.

  7. Afine o instrumento: O sétimo hábito destaca a importância da melhoria contínua. Os líderes devem dedicar tempo e esforço para se desenvolverem pessoal e profissionalmente, a fim de se tornarem cada vez mais eficazes como líderes.

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Avaliação Anglo - Uma reflexão sobre avaliação

Daniela Magno - Vice-Diretora Pedagógica

Por Daniela Magno [Vice-Diretora Pedagógica]

Queridos alunos,

A Prova Anglo está chegando e com ela um misto de sentimentos dos estudantes sobre o sentido dessa avaliação. 

Sabemos que a palavra “avaliação” traz um certo desconforto no universo discente. Os alunos encaram esse período como uma medição de sua aprendizagem, como se seu conhecimento fosse mensurado apenas por uma nota. A avaliação vai muito além de uma nota, ela traz uma conotação de entendimento por parte dos professores sobre o que foi assimilado pelo aluno em seu conteúdo e qual caminho ele deverá tomar a partir do resultado que encontra. 

A palavra avaliar, no Dicionário Aurélio,(2011), tem como um dos significados o reconhecimento da grandeza, intensidade e força de algo. Isso nos traz uma ideia de uma verificação cuidadosa e minuciosa da aprendizagem do aluno. Nesta perspectiva, entendemos que a avaliação traz uma luz ao professor para entender se o resultado da aprendizagem foi atingido ou se precisa recalcular a rota em sua metodologia.

A avaliação não é um instrumento como fim para testar a aprendizagem, e, sim como meio para encontrarmos o melhor caminho para o sucesso do aluno.

E para que esse sucesso seja alcançado, todas as partes envolvidas nesse processo de avaliação precisam ter em mente que não é estudando somente nas vésperas das provas que o aluno irá assimilar todo o assunto trabalhado. Dessa forma, ele pode até memorizar o conteúdo e tirar uma boa nota, porém o objetivo final, nunca será a nota e sim uma demonstração do que se aprendeu. É como a habilidade de andar de bicicleta,quando a criança aprende, ela tem prazer em mostrar sua nova habilidade adquirida e se ela errar, tem a certeza de que terá alguém para instruí-la de como fazer da próxima vez. Assim deveria acontecer nas avaliações, o aluno demonstrar com prazer o que aprendeu, e, se errar, terá a certeza que sempre terá o professor para lhe dizer como fazer da próxima vez. 

Boa prova a todos! Vocês são capazes! 

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